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TRF3: como será a cobrança da língua portuguesa?

Equipe Flávia Rita

A prova de língua portuguesa terá 10 questões objetivas. Além disso, a disciplina será avaliada também por meio da redação e das questões de estudo de caso. Continue a leitura para saber mais sobre a cobrança da língua portuguesa. Ao final, baixe nosso e-book e assista à aula gratuita para começar a se preparar!
TRF3

O edital do TRF3 (Tribunal Regional Federal dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul) acaba de sair!

Segundo o documento, o certame oferece 269 vagas imediatas de nível superior para o cargo de Técnico Judiciário – Área Administrativa, com salário inicial de R$ 8.529,65,  e mais cadastro reserva para o cargo de Analista Judiciário – Área Judiciária, com salário inicial de R$ 13.994,78. A banca escolhida é a Fundação Carlos Chagas (FCC).

Continue a leitura e saiba mais sobre a cobrança da língua portuguesa, que terá 10 questões objetivas para todos os cargos, além de redação e estudo de caso.

A Língua Portuguesa no TRF3

O concurso do TRF3, Tribunal Regional Federal que abrange os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, terá 10 questões de  Língua Portuguesa para todos os cargos, além de redação para o cargo de Técnico Judiciário – Área Administrativa e estudo de caso na prova de Analista Judiciário – Área Judiciária . Só com essas informações, você já sabe que a cobrança será grande e garantir pontos em português é essencial para ficar entre os primeiros lugares.

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Bora lá desmembrar essas três cobranças de português?

Prova Objetiva de Língua Portuguesa TRF3

Já se imaginou acertando a metade das questões de conhecimentos gerais do TRF3 e garantindo 10 pontos de cara na prova?

Pois bem, se você se dedicar na língua portuguesa isso é possível! 

A prova objetiva terá 10 questões que serão elaboradas de acordo com o seguinte conteúdo programático:

  • Redação Oficial;
  • Ortografia e acentuação;
  • Emprego do sinal indicativo de crase;
  • Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados;
  • Relação do texto com seu contexto histórico;
  • Denotação e conotação;
  • Discurso direto, discurso indireto e discurso indireto livre;
  • Intertextualidade;
  • Figuras de linguagem;
  • Morfossintaxe;
  • Elementos estruturais e processos de formação de palavras;
  • Sinonímia e antonímia;
  • Pontuação;
  • Pronomes;
  • Concordância nominal e concordância verbal;
  • Flexão nominal e flexão verbal;
  • Vozes do verbo;
  • Correlação de tempos e modos verbais;
  • Regência nominal e regência verbal;
  • Coordenação e subordinação;
  • Conectivos;
  • Redação (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas; organização e reorganização de orações e períodos; equivalência e transformação de estruturas).

Parece ser muita coisa para aprender, porém, com esforço e dedicação, você consegue tirar de letra!

Redação para o cargo de Técnico Judiciário – Área Administrativa

Segundo o edital, a prova discursiva-redação será aplicada para todos os candidatos no mesmo dia e horário das provas objetivas de conhecimentos gerais e conhecimentos específicos, e só serão corrigidas as redações dos candidatos habilitados e mais bem classificados na prova objetiva. Portanto, vale ressaltar novamente a importância de se sair bem nas questões objetivas de língua portuguesa.

O tipo de texto cobrado será o dissertativo-argumentativo a partir de proposta única, assunto de interesse geral não atrelado necessariamente ao conteúdo programático de conhecimentos específicos referido no edital. Nesse sentido, ainda segundo o documento, a redação tem o objetivo de avaliar a proficiência em Língua Portuguesa em sua modalidade escrita, considerando a capacidade de compreender e expor argumentos com clareza, concisão, precisão, coerência e objetividade a respeito do tema e com base nos textos de apoio propostos, avaliando inclusive a correção gramatical.

O texto deverá ter limite mínimo de 20 linhas e máximo de 30, sendo avaliado na escala de 0 a 10 pontos. Nesse sentido, os candidatos que concorrem às vagas de ampla concorrência devem obter nota igual ou superior a 6,00 pontos. Já os candidatos negros, indígenas e/ou com deficiência devem obter nota igual ou superior a 4.80 pontos.

A pontuação será classificada da seguinte forma:

  • Conteúdo – até 4 pontos:
  1. Perspectiva adotada no tratamento do tema;
  2. Capacidade de análise e senso crítico em relação ao tema proposto;
  3. Consistência dos argumentos, clareza e coerência no seu encadeamento.
  • Estrutura – até 3 pontos:
  1. Respeito ao gênero solicitado;
  2. Progressão textual e encadeamento de ideias;
  3. Articulação de frases e parágrafos (coesão textual).
  • Expressão – até 3 pontos:
  1. Desempenho linguístico de acordo com o nível de conhecimento exigido para o Cargo;
  2. Adequação do nível de linguagem adotado à produção proposta e coerência no uso;
  3. Domínio da norma culta formal, com atenção aos seguintes itens: estrutura sintática de orações e períodos, elementos coesivos; concordância verbal e nominal; pontuação; regência verbal e nominal; emprego de pronomes; flexão verbal e nominal; uso de tempos e modos verbais; grafia e acentuação.

Serão avaliados também a correlação com dos critérios gerais citados acima com os seguintes critérios:

  • Desempenho linguístico de acordo com o nível de conhecimento exigido;
  • Adequação do nível de linguagem adotado à produção proposta e coerência no uso;
  • Domínio da norma culta formal, com atenção aos seguintes itens: estrutura sintática de orações e períodos; propriedade vocabular;
  • Concordância verbal e nominal; pontuação; regência verbal e nominal; emprego de pronomes; flexão verbal e nominal; uso de tempos e modos verbais; grafia e acentuação;
  • Correção gramatical de acordo com as normas ortográficas em vigor.

Estudo de caso para o cargo de Analista Judiciário – Área Judiciária

A prova discursiva-estudo de caso será composta por 02 questões práticas, para as quais o candidato deverá apresentar, por escrito, as soluções. Segundo o edital, os temas serão sobre conteúdo pertinente aos conhecimentos específicos adequados às atribuições do cargo para o qual o candidato se inscreveu.

Outra informação importante é que só serão corrigidas as discursivas dos candidatos habilitados e mais bem classificados na prova objetiva, reafirmando a importância de se sair bem nas objetivas de língua portuguesa.

O texto deverá ter limite máximo de 30 linhas para cada questão, sendo avaliado na escala de 0 a 10 pontos de acordo com os critérios da norma ortográfica em vigor.

Os candidatos que concorrem às vagas de ampla concorrência devem obter nota igual ou superior a 5,00 pontos. Já os candidatos negros, indígenas e/ou com deficiência devem obter nota 20% inferior à nota mínima estabelecida para aprovação dos candidatos da ampla concorrência, restará habilitado o candidato que tiver obtido, no conjunto das duas questões, média igual ou superior a 4,00 pontos.

Saiba mais sobre a banca organizadora do TRF3

A fase inicial da preparação para um concurso público é conhecer o perfil da banca organizadora. Nesse sentido, para realizar o concurso do TRF3, é preciso saber mais sobre a FCC.

Em termos de língua portuguesa, a FCC, na prova objetiva, exige dos candidatos a capacidade de saber interpretar bem um texto, como também ter conhecimentos de gramática. Já nas questões de análise de item, é comum a cobrança de conjugação verbal, correlação entre tempos e modos, conversão da voz ativa para forma passiva e análise de tempos verbais.

Portanto, para gabaritar a prova, os candidatos deverão dominar diversos aspectos da gramática normativa. Dessa forma, caso você sinta dificuldade em algumas matérias, não deixe de baixar nosso e-book com questões da FCC  e começar a se preparar para o certame.

Saiba mais sobre o edital TRF3

  • Quantidade de vagas: 269 imediatas + cadastro reserva;
  • Cargos: Técnico Judiciário – Área Administrativa (exige diploma de nível superior em qualquer área) e Analista Judiciário – Área Judiciária (exige diploma de nível superior em Direito);
  • Remuneração inicial: R$ 8.529,65 (Técnico Judiciário – Área Administrativa) e R$ 13.994,78 (Analista Judiciário – Área Judiciária);
  • Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC);
  • Inscrição: R$80,00 para todos os cargos de Técnico Judiciário e R$130,00 para todos os cargos de Analista Judiciário. Poderá ser feita exclusivamente pela internet, através do site da FCC (www.concursosfcc.com.br), e ficará aberta no período de 10h00 do dia 29/04/2024 às 23h59min do dia 28/05/2024; 
  • Data e local de prova: a prova será aplicada no dia 28/07/24 nos estados de São Paulo (cidades: Araçatuba, Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo) e Mato Grosso do Sul (cidades: Campo Grande e Dourados), conforme opção indicado pelo candidato no formulário de inscrição.

Cronograma previsto

  • Inscrições: de 29/04/24 a 28/05/24;
  • Isenção da taxa: 29/04/24 a 03/05/24;
  • Último dia para pagamento da taxa de inscrição: 29/05/24;
  • Provas objetivas e discursivas: 28/07/24;
  • Divulgação do Gabarito e das Questões das Provas Objetivas: 29/07/24;
  • Prazo para interposição de recursos quanto aos Resultados das Provas Objetivas: 30/07/24 a 31/07/24;
  • Resultado final no Diário Oficial: 02/10/2024.

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