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Tipologia Descritiva – Espécies e Características.

Equipe Flávia Rita

tipologia textual

Tipologia textual analisa e classifica os textos segundo suas características e seus objetivos. Trata-se de um assunto que costuma aparecer em diversas provas objetivas na parte de interpretação de texto. Além disso, nas provas discursivas, os candidatos são chamados a elaborar uma redação dissertativa-argumentativa, de forma que conhecer suas particularidades pode ajudar a galgar algumas posições no concurso almejado. Vamos ver aqui os cinco tipos textuais mais comuns e entender como eles se diferenciam. Para ajudar a fixar a matéria, separamos, ao fim do texto, 5 questões sobre tipologias textual com a intenção de ajudar na fixação do conteúdo.

Tipologia Textual

Ao se analisar um texto, é possível enquadrá-lo em uma tipologia textual específica, segundo a sua forma de apresentação, a sua intencionalidade e as suas estruturas linguísticas. De acordo com a gramática normativa, existem cinco tipos de textos:

  1. TEXTO DESCRITIVO
  2. TEXTO NARRATIVO
  3. TEXTO DISSERTATIVO
  4. TEXTO EXPOSITIVO
  5. TEXTO INJUNTIVO

Tipologia Textual #1 Texto Descritivo 

Um texto descritivo destaca-se pelo caráter observacional, uma vez que a finalidade é descrever determinado objeto, sujeito ou evento. Nesse sentido, o tempo é estático, dado não evoluir à medida que a descrição vai se desenvolvendo. Com isso, é comum aos textos descritivos apresentar estruturas simples, com verbos no presente ou no pretérito e com complementos temporais, circunstanciais e de lugar.

Normalmente, o tipo descritivo aparece associado a outro, como o dissertativo e o narrativo. São exemplos de descrição textual os gráficos, as tabelas, os dados estatísticos e as descrições de personagens ou de cenários.

Tipologia Textual #2 Texto Narrativo

O texto narrativo, por sua vez, caracteriza-se por apresentar uma história determinada por lugar , tempo, personagens e objetivos. Pode ser identificado a partir das seguintes perguntas:

  • Onde? (lugar)
  • Quando ? (Tempo)
  • Quem? (Personagens)
  • O quê? (Objetivos/Motivos)

Na narrativa, o tempo pode ser trabalhado como um elemento dinâmico, que será acompanhado, normalmente, de sequenciadores lógicos. Esses são empregados para indicar as mudanças temporais que seguem a trama – personagens ou eventos – de forma a elucidar as passagens gradativas da história e o ritmo do narrador.

Portanto, é possível que a cronologia textual no tipo narrativo seja tanto linear, seguindo uma lógica de fatos progressivos, quanto sobreposta, trazendo interposições de eventos, “flashbacks” ou estruturas diacrônicas (tempos diferentes narrados simultaneamente de forma a construir o campo para a conclusão). Além disso, a narrativa pode focar no tempo objetivo ou no psicológico, o qual acompanha as mudanças das personagens ou do próprio leitor.

Além disso, em uma narração, podem ser identificados dois tipos de narradores:

  1. Narrador observador, que se coloca fora da história e se apresenta na terceira pessoa;
  2. Narrador personagem, que participa da história narrada, empregando, para isso, a primeira pessoa.

Os tipos de texto narrativo mais comuns são o conto, a crônica, a tirinha, a novela, os romances, a notícia, a reportagem e a fábula.

Tipologia Textual #3 Texto Dissertativo 

 O texto dissertativo se caracteriza por ser um enunciado de atribuição de valor em que o emissor defender ou apresentar uma tese mediante a apresentação de argumentos variados e de diferentes estratégias. Pode ser classificado em duas espécies:

  1. Texto dissertativo argumentativo
  2. Texto dissertativo expositivo

No texto dissertativo argumentativo, o emissor tem por objetivo convencer o leitor da tese defendida. De modo diferente, os textos dissertativos expositivos apresentam uma tese, contudo, sem a intenção de convencimento do receptor.

O texto dissertativo estrutura-se em três seções:

  1. Uma introdução
  2. Uma argumentação
  3. Uma conclusão

Nessa disposição, o autor irá, na introdução, trazer uma tese a ser referendada ou contestada. Essas ações serão desenvolvidas nos parágrafos de desenvolvimento, o qual poderá apresentar, no caso de uma refutação, uma antítese. Ao fim, tece-se uma conclusão conforma as argumentações apresentadas.

Os textos dissertativos mais comuns são os editoriais, os artigos de opinião, os ensaios, as crônicas argumentativas, entre outras.

Tipologia Textual #4 Texto Expositivo

O texto expositivo, por sua vez, traz informações a respeito de um objeto ou um fato específico, de forma a apresentar sua descrição e suas características. O objetivo principal do emissor, portanto, é explanar acerca de certo assunto, a partir dos diferentes recursos linguísticos – conceituação, comparação, análise, sintese, discriminação, entre outros. Pode ocorrer de duas formas:

  • Texto expositivo-argumentativo
  • Texto expositivo-informativo 

No texto expositivo-argumentativo, apresenta-se um tema com base em argumentos necessários para sua explicação. Na modalidade expositiva-informativa, observa-se ainda a intenção explanatória, porém, focada apenas nas infomações essenciais à compreensão, ou seja, sem que haja longas apreciações.

São exemplos comuns de textos expositivos os esclarecimentos, os pareceres, as exposições de conceitos, as notas, os preâmbulos ou prefácios de livros, entre outros.

Tipologia Textual #5 Texto Injuntivo

O chamado texto injuntivo corresponde à tipologia textual destinada a explicar um procedimento em específico, de maneira que são comuns verbos no modo imperativo. Normalmente, ocorre de forma topicalizada, com caráter instrucional.

São exemplos de textos injuntivos as bulas de remédio, as receitas de cozinha, as cartilhas e os manuais de uso.

Questões comentadas de Tipologia textual

Vamos treinar com algumas questões de tipologia textual. Confira o gabarito ao final e veja quanto você acertou!

Questão 01 (IDIB).

Texto I – O povinho
Um texto pode ser escrito a partir de várias tipologias textuais, mas quase sempre há uma que é a predominante. No texto de Martha Medeiros, pode-se perceber que a tipologia textual que predominou foi
  • narrativa, porque conta uma história baseada em fatos reais do mundo moderno.
  • descritiva, porque informa as características das pessoas que agem de forma corrupta.
  • expositiva, porque explica como surge o sentimento de descrença na honestidade do povo brasileiro.
  • D) argumentativa, porque a autora tece um comentário crítico em relação ao comportamento do brasileiro.

Questão 02 (IBGP).

Educação financeira chega ao ensino infantil e fundamental em 2020

Oferta está prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

Antonia, auxiliar de escritório, todos os dias compra uma balinha ou um chocolate, no ponto de ônibus, na volta do trabalho, que custa R$ 0,50. “Eu não dava importância para aquele gasto. Imagina, R$ 0,50 não é nada! Mas eu nunca consegui economizar um centavo”. Fazendo as contas, esses centavos viram R$ 11 em um mês e R$ 132 em um ano.

São situações como essa, retirada de livro didático disponível online, que ensinam estudantes de escolas em várias partes do país a terem consciência dos próprios gastos e a ajudar a família a lidar com as finanças. A chamada educação financeira, cuja oferta hoje depende da estrutura de cada rede de ensino passa a ser direito de todos os brasileiros, previsto na chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“É uma grande oportunidade, uma grande conquista para a comunidade escolar do país”, diz a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), Claudia Forte. “A educação financeira busca a modificação do comportamento das pessoas, desde pequeninas, quando ensina a escovar os dentes e fechar a torneira para poupar água e economizar. Isso é preceito de educação financeira”.

A BNCC é um documento que prevê o mínimo que deve ser ensinado nas escolas, desde a educação infantil até o ensino médio. Educação financeira deve, pela BNCC, ser abordada de forma transversal pelas escolas, ou seja, nas várias aulas e projetos. Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo Ministério da Educação (MEC), prevê que as redes de ensino adequem os currículos da educação infantil e fundamental, incluindo esta e outras competências no ensino, até 2020.

A educação financeira nas escolas traz resultados, de acordo com a AEF-Brasil. Pesquisa feita em parceria com Serasa Consumidor e Serasa Experian, este ano, mostra que um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro depois de participar de projetos de educação financeira. Outros 24% passaram a conversar com os pais sobre educação financeira e 21% aprenderam mais sobre como usar melhor o dinheiro.

Desafios

Levar a educação financeira para todas as escolas envolve, no entanto, uma série de desafios, que vão desde a formação de professores, a oferta de material didático adequado e mesmo a garantia de tempo para que os professores se dediquem ao preparo das aulas.

De acordo com o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia, os municípios, que são os responsáveis pela maior parte das matrículas públicas no ensino infantil e fundamental, focarão, em 2020, na formação dos docentes, para que eles possam levar para as salas de aula não apenas educação financeira, mas outras competências previstas na BNCC.

“Tivemos um grande foco na construção dos currículos e, agora, neste ano, [em 2020], entramos no processo de formação. Educação financeira, inclusão, educação socioemocional, todos esses elementos vão chegar de fato na sala de aula a partir da discussão que fizermos agora”, diz. Segundo ele, a implementação será concomitante à formação, já em 2020.

De acordo com Garcia, não há um levantamento de quantos municípios já contam com esse ensino. “Não existe uma orientação geral com relação a isso. São iniciativas locais. Não tenho como quantificar, mas não é algo absolutamente novo”, diz.

Ensinar a escolher

A educação financeira é pauta no Brasil antes mesmo da BNCC. Em 2010 foi instituída, por exemplo, a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com o objetivo de promover ações de educação financeira no Brasil. Na página Vida e Dinheiro, da entidade, estão disponíveis livros didáticos que podem ser baixados gratuitamente e outros materiais informativos para jovens e para adultos.

As ações da Enef são coordenadas pela AEF-Brasil. Claudia explica que a AEF-Brasil foi convocada pelo Ministério da Educação (MEC) para disponibilizar materiais e cursos para preparar os professores e, com isso, viabilizar a implementação da educação financeira nas escolas.

As avaliações mostram que o Brasil ainda precisa avançar. No Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, o Brasil ficou em último lugar em um ranking de 15 países em competência financeira. O Pisa oferece avaliação em competência financeira de forma optativa aos países integrantes do programa. O resultado da última avaliação dessa competência, aplicada em 2018, ainda não foi divulgado.

Os resultados disponíveis mostram que a maioria dos estudantes brasileiros obteve desempenho abaixo do adequado e não conseguem, por exemplo, tomar decisões em contextos que são relevantes para eles, reconhecer o valor de uma simples despesa ou interpretar documentos financeiros cotidianos.

Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2019-12/educacao-financeira-chega-ao-ensino-infantil-e-fundamental-em2020>. Acesso em: 13 fev. 2020. Fragmento.

É CORRETO afirmar que esse texto pertence ao domínio discursivo:

  • Escolar.
  • Jornalístico.
  • Acadêmico.
  • Publicitário.

Questão 03 (INSTITUTO AOCP).

Benefícios da “AMIGOTERAPIA”: cura depressão, alivia ansiedade e boicota a

solidão e muito mais

       A amizade é um bálsamo para a alma. Ao lado de um amigo, o peso da nossa existência fica atenuado e a alegria tende a brotar mais facilmente. Quando a nossa mente e as nossas emoções nos parecem desconexas, a “amigoterapira” pode nos mostrar o caminho.

Não raro, nesses dias de aflição e de muita pressa, sentimos falta de um amigo. Alguém que esteja disposto a ouvir a nossa alma, a decifrar o nosso semblante, a nos dar aquele “tapa com luva de pelica” necessário ou aquela palavra de ânimo providencial. É por isso que, em casos de alma adoecida, sem embargo das demais terapias, uma amizade tem poder curador.

Um amigo é alguém disposto a nos mostrar a verdadeira face do nosso espírito, despindo-nos de nossas máscaras, de nossas falsas certezas sobre nós.

Um amigo é capaz de ouvir sem julgar. De orientar sem querer impor a sua vontade ou verdade. Um amigo é capaz de nos fazer rir de nós mesmos. Está apto a refazer o nosso projeto de vida, a reler o nosso passado, a reavaliar o presente.

Um amigo é capaz de guardar as suas angústias no bolso, quando percebe que a sua dor requer um curativo mais emergencial.

Um amigo não é aquele que está ao seu lado quando você cai, tão somente. Mas, aquele que também estará na primeira fila quando você triunfar. Um amigo o afastará da solidão. Será uma ponte a levá-lo, juntamente com outros cuidados necessários, para longe da depressão. Ele fará menor a sua ansiedade e atenuará os seus medos da solidão.

A “amigoterapia” é o exercício da amizade verdadeira e pura e só pode ser realizada quando dois corações alados se encontram e um coração serve ao outro, sem nada exigir, mas ciente de que também será servido depois.

Adaptado de: <https://www.revistapazes.com/beneficios-da-amigoterapia-cura-depressao-alivia-ansiedade-e-boicota-a-solidao-e-muito-mais/>.

Acesso em: 18 out. 2019.

Em relação à função e à construção do texto, é correto afirmar que

  • A) é uma notícia tradicional, visto que preza pela transmissão de fatos ocorridos e que afetaram a sociedade.
  • B) é um texto informativo em que se percebe certo lirismo ao se apresentar as informações.
  • C) é um texto narrativo, com o propósito de relatar uma história.
  • D) é uma crônica, visto que relata uma situação vivida pelos personagens a fim de fazer uma reflexão sobre o comportamento humano.

Questão 04 (INSTITUTO AOCP). 

A fundadora da Cia de Talentos escreveu esta carta às novas gerações

Sofia Esteves, fundadora da Cia. de Talentos e consultora de carreira há 30 anos , tem algo a dizer para os jovens

Por Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo

Cia. de Talentos – Publicado em 23 set 2019, 12h00

        São Paulo – Eu sou apaixonada por talentos e pela força que os jovens têm em desbravar novos caminhos, trazendo mudanças e inovação ao mercado de trabalho.

Todos os anos a Cia de Talentos se empenha em coletar dados na ‘Pesquisa Carreira dos Sonhos’, em que conversamos com milhares de jovens da América Latina para compreender suas necessidades e então levar essas questões às empresas para que se organizem novamente. A pesquisa desse ano, com a participação de mais de 75 mil jovens profissionais do Brasil, constatou o que há algum tempo vem sendo anunciado.

As novas gerações desejam um ambiente de trabalho flexível, em que podem confiar em seus gestores, jornadas de trabalho remotas, transparência da alta liderança sobre o financeiro e sobre as ações das empresas, além de mais oportunidades de desenvolvimento e, principalmente, de mais tempo para viverem suas vidas pessoais. Esses não são desejos apenas dos jovens. Profissionais de todas as idades estão em busca de uma vida mais saudável, não é mesmo?

O mercado está começando a investir em construir times diversos nas empresas, aproveitando o que cada geração, gênero e vivência social têm de diferente, construindo visões estratégicas mais amplas, e dentro desse olhar, estão também os jovens talentos. Sendo assim, suas necessidades deixaram de ser regalias e estão se transformando em visões estratégicas das empresas, que buscam reter esses talentos em seus times.

As revoluções que os jovens trazem vão afetar o mercado de trabalho. Vocês têm muito a contribuir, mas é necessário fazer uma revolução gentil. Tudo o que hoje vocês criticam foi construído com muito empenho pelos profissionais das gerações anteriores. Tragam inovação, boas ideias, questões construtivas para que o novo mostre que o antigo precisa mudar, mas não se apeguem à ideia de que são os únicos que conhecem o caminho e que precisam derrubar tudo que foi construído.

Paciência. Esse valor não representa submissão e nem conformismo, muito menos comodismo. Paciência é inteligência emocional. Construam novos caminhos com humildade. Se permitam aprender com os profissionais mais experientes e não se percam em julgamentos.

Pois é, o segredo está em diferentes gerações colaborarem para construírem o novo em parceria, oferecendo o que cada uma tem de melhor e dessa forma agilizarem as mudanças necessárias para que a experiência e a inovação caminhem juntas, resultando em progresso. Dessa forma, todos ganham.

Disponível em: <https://exame.abril.com.br/carreira/fundadora-da-cia-detalentos-escreve-esta-carta-as-novas-geracoes/>. Acesso em: 22 out. 2019.

Assinale a alternativa correta a respeito do que se afirma a seguir.

  • A) O texto é meramente narrativo.
  • B) O texto é poético.
  • C) O texto é instrucional.
  • D) O texto trata-se de um gênero que possui remetente e destinatário.

Questão 05 (INSTITUTO AOCP). 

Leia atentamente a notícia a seguir para responder à questão.

Depressão deve ser prevenida a partir da infância, dizem especialistas (ALISSON, Elton – Revista Exame).

(texto adaptado)

      Considerada o mal do século pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão já desponta como a terceira maior doença entre adolescentes e é a segunda principal causa de morte de jovens entre 15 e 25 anos no mundo.

A fim de prevenir o desenvolvimento desse transtorno mental nessa fase da vida é preciso dotar as crianças de habilidades socioemocionais para que sejam capazes, desde cedo, de lidar melhor com emoções e situações de estresse que possam desencadear a doença no futuro. (…)

“Se desde crianças as pessoas forem capazes de processar, entender e compreender melhor emoções, como tristeza, raiva e medo, elas terão muito mais clareza e condições para lidar com elas e, provavelmente, serão menos afetadas pelo estresse e outros sentimentos”, disse Adriana Fóz, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo. (…)

Em adolescentes, os sintomas de depressão mais comuns são alteração de humor, caracterizada por predomínio de tristeza, melancolia e irritabilidade, juntamente com a perda de entusiasmo por atividades que despertavam interesse e prazer, além de mudanças nos padrões de sono e de apetite, maior sensação de cansaço e a persistência de pensamentos negativos sobre si e em relação ao futuro. (…)

O desconhecimento sobre saúde mental, a fantasia de que adolescência e juventude são períodos excelentes da vida e, portanto, não é possível estar deprimido nelas, além da opinião deturpada de que a depressão é sinônimo de fraqueza, dificultam o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento da doença, apontaram os participantes.(…)

Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de depressão e outros transtornos mentais em adolescentes são a exposição ao bullying – atos reiterados de intimidação e violência física ou psicológica –, a exposição a maus-tratos e situações de violência na comunidade, além do uso de drogas.

Um dos fatores mais importantes, contudo, é a sensação de rejeição ou exclusão social, ressaltaram os pesquisadores. (…)

Considere a leitura da notícia e assinale a alternativa correta.

  • A) O primeiro parágrafo da notícia é predominantemente expositivo, já que tem como objetivo informar o leitor sobre o assunto principal tratado no texto.
  • B) O trecho “A fim de prevenir o desenvolvimento desse transtorno mental nessa fase da vida é preciso dotar as crianças de habilidades socioemocionais para que sejam capazes, desde cedo, de lidar melhor com emoções e situações de estresse que possam desencadear a doença no futuro” pode ser caracterizado como narrativo pela existência de uma progressão temporal.
  • C) A notícia pode ser compreendida como um texto argumentativo visto que defende um ponto de vista, descrevendo e narrando dados para sustentar suas ideias sobre a depressão.
  • D) O texto apresenta uma unidade de sentido, pois apresenta progressão temporal, encadeamento lógico e centralidade temática, podendo, assim, ser caracterizado como narrativo.

GABARITO

  • Questão 01. Gabarito: Letra D.
  • Questão 02. Gabarito: Letra B
  • Questão 03. Gabarito: Letra B
  • Questão 04. Gabarito: Letra D
  • Questão 05. Gabarito: Letra A

Depois dessas explicações e do treino com as questões selecionadas, ainda restou alguma dúvida acerca das diferentes tipologias textuais? Se ainda tiver algum ponto que não ficou claro, não deixe de falar pra gente na seção de comentários! Além disso, caso queira saber sobre os cursos e escolher aquele que é melhor para você, não deixe de entrar em contato conosco pelos telefones

Caso tenha algum assunto que gostaria de ler por aqui, deixe sua sugestão na seção de comentários.

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